Stranger Things: anos 80, suspense e qualidade.

Sabe aquelas histórias que te prendem, fazendo ansiar mais e mais por um desfecho que, muitas vezes, surpreende? A nova série da Netflix cumpre todos esses pontos e ainda mais alguns. Repleta de referências a clássicos antigos como E.T. – O Extraterrestre, Stranger Things apresenta-se completa.

Iniciamos com um grupo de crianças por volta dos 10-12 anos de idade jogando Dungeon&Dragons (RPG). Estamos em plenos anos 80, e o estilo da época mostra-se presente desde a abertura até os créditos. Mike, Will, Dustin e Lucas são melhores amigos, e sempre se reúnem no porão de Mike (que pode ser considerado como um “mundo particular”, com posters do seu gosto e miniaturas da clássica Milenium Falcon) para terem um momento de diversão. No princípio, parece ser mais um dia comum na vida dos garotos até o momento da ida para a casa de três deles. Seguem todos de bicicleta e vão se separando enquanto a imagem foca em Will.

Então, de alguma forma, ele desaparece (não darei spoilers).

A continuidade  se dá a partir da descoberta do sumiço do garoto, quando a cidade toda se une para procurá-lo, encontrar qualquer pista que seja. Claro que Mike, Dustin e Lucas não poderiam ficar fora da caçada, abrindo uma investigação particular. Porém, ao invés de pistas que levassem até Will, os amigos deparam-se com uma garotinha assustada e quieta, que possui um passado traumatizante.

O elenco é forte, trazendo ótimos atores antigos, como Winona Ryder (Edward Mãos de Tesoura). O suspense é bem estruturado, deixando o espectador com uma vontade de saber mais a cada fim de episódio. Já não darei mais espaço. Está tudo disponível na locadora virtual Netflix, ou em sites alheios, seja para baixar ou assistir online. Agora só resta a você, leitor, decidir se vai ou não apreciar esta ótima criação.

https://www.youtube.com/watch?v=LgFOjRR9uac

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