Relações humanas e a empatia

Poucas pessoas conhecem e menos ainda praticam a empatia, descrita no dicionário como “faculdade de entender emocionalmente alguém”. A capacidade de entender os porquês de determinados comportamentos das pessoas à nossa volta, seus sofrimentos e felicidades faz parte da personalidade de uma pessoa empática, mas separar opiniões pessoais e julgamentos sobre as atitudes dos outros indivíduos é a tarefa mais árdua. Não é necessário concordar com todas as pessoas e suas respectivas ações, mas é necessário entender os porquês das decisões alheias e respeitá-las.
É fácil ter empatia com as pessoas com quem temos sintonia, pois não há divergência de ideias e atitudes. Entretanto a empatia não se restringe às pessoas de quem gostamos, ela abrange até as pessoas que não conhecemos. Atitudes com que não concordamos também devem ser analisadas e se aos nossos olhos forem incorretas, devem servir de aprendizado e não de motivo para desrespeito. É possível analisar e até dialogar de forma respeitosa com as pessoas que escolhem coisas com que não concordamos. Há uma forma correta de expressar o que pensamos sem desacatar as pessoas e suas respectivas liberdades.
Muitas coisas impedem a população de ser empática, porém há algumas características que se destacam como: egoísmo, egocentrismo, narcisismo, etc. ou seja, todas as opções e ideias que favorecem apenas nós mesmos e levam em conta apenas nossas opiniões não são empáticas, pois divergem do sentido da palavra empatia que significa “colocar-se no lugar do outro”.
Essa é uma qualidade que faz falta no cotidiano e para praticá-la, basta começar. Não é difícil ajudar um colega com dificuldade; ouvir alguém que está triste; ajudar a lavar a louça; fazer silêncio quando o professor explica; olhar nos olhos antes de terminar uma relação; considerar os sentimentos das pessoas; e assim por diante. 

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