Quando Eu, Tu, Ele participar, Participemos NÓS

O princípio básico de ser cidadão e viver em cidadania vem de um conjunto de direitos, os quais possibilitam a uma pessoa participar ativamente do governo de seu povo. A participação social está relacionada com a influência, os espaços, as organizações sociais e inclui o envolvimento de causas e iniciativas. Os jovens fazem parte das integrantes mudanças ou continuidades da sociedade. Entretanto, muitos não são encorajados a essa participação de modo ativo. Seria necessário incentivo, um resgate de formas de participação para que o jovem viesse a protagonizar socialmente?

A palavra “participação” é empregada largamente em qualquer grupo, meio de comunicação ou instituição. Na atividade humana e social, existem ao menos três tipos de participação: no planejamento, na execução e nos resultados. O jovem, hoje, na maioria das vezes não se revela socialmente, por falta de instigação da possibilidade de expor suas idéias, argumentos e propostas a uma causa.

Existem muitos temas sociais em que a participação juvenil poderia ser introduzida, como as apropriações de ideário ecológico, novos sentidos do modo de educação e trabalho, novas versões para as lutas pelos direitos humanos, arte e a cultura na construção de espaço público. A participação do jovem pode ser individual e coletiva, tendo o objetivo de beneficiar sua região e comunidade.

A interlocução da juventude com o poder público é realizada por meio das tecnologias e redes sociais, associações e movimentos juvenis. É dever dos governos incentivar a livre associação dos jovens e sua inserção efetiva nos espaços de decisão, dando voz a esta geração. Assim, promoverá a formação de cidadãos críticos, criativos e politicamente atuantes, articulando o trabalho de promoção social com o protagonismo político e cultural.

1 comentário em “Quando Eu, Tu, Ele participar, Participemos NÓS”

  1. Nesse momento de colapso e ideologias superficiais é extremamente importante o debate sobre o papel da juventude na nossa sociedade. Quanto aos deveres do governo com relação a educação e incentivo, assim como a inserção dos jovens nos espaços de decisão, só deixarão de ser utópicos se houver organização da juventude, já que o nosso governo desconhece qualquer forma de divisão de poder. Por isso os meios de comunicação como o próprio Blog se faz tão importante nesse processo de articulação, e me alegra saber que em meio a tantas discussões altamente improdutivas que escuto diariamente pela nossa instituição, alguém pensou em uma análise tão importante como essa. Ótimo texto!

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