O Tempo

Ó tempo, cruel e evasivo,
Tudo rouba, o que outrora fora,
Já não mais sendo.
Amizades, coleguismo,
Meros desconhecidos.
Surrupia os “para sempre”,
Que, agora, para sempre se foram.
Lembranças de um passado utópico,
É o que me resta,
Se também estas, não decidir levar.
O que mais há de roubar?

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