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O amor não é cego coisa nenhuma, e tenho dito. Gostaria de compreender como as pessoas podem realmente acreditar que quando se ama, a aparência, dinheiro e todas essas coisas supérfluas não são importantes. Será que ninguém percebe que o amor enxerga sim, e muito bem?
Sinto dizer que o tom de escrita, o qual uso nesse momento, é totalmente sincero. Recentemente escrevi um texto no qual defendi o fato de que existe uma diversidade incrível e maravilhosa de opiniões ao redor do mundo. Ainda assim, não compreendo alguns ditos e opiniões populares, ainda que os respeite.
Como o amor pode ser cego e enxergar tão bem ao mesmo tempo? Exponho minha teórica e mutável opinião com um prazer irrelevante. Reflita sobre o fato de vivermos em uma sociedade na qual valores subestimados e a embalagem de tais valores, também chamada aparência, são essenciais. Lembre-se de que opiniões devem ser respeitadas, pois acredito que muitos de vocês, caros leitores, hão de discordar da tese a qual defendo. Aliás, “o amor é cego” é uma ideia, no mínimo, romântica.
A explicação, a propósito, é muito simples. Não existe um porquê de o amor ser cego. As pessoas se amam por diversos motivos, mas nenhuma permanece ao lado de alguém que não tem uma característica física ou personalidade atraentes. Quando se ama uma pessoa considerada linda pelas pessoas, obviamente sua aparência é atrativa, o que não impede quem a ama de se sentir atraído pelo seu modo de ser.
Quando se permanece com alguém que costuma ser ignorado por multidões, existem outros motivos para se estar com essa pessoa, e tais motivos são infinitos. Lembrando sempre que o amor que cito se trata daquele com, no mínimo, sinceridade.
Como alguém pode dizer, então, que o amor é cego se quando a escolha é a aparência, encontra-se algo a mais e quando se escolhe a pessoa cuja personalidade apenas é relevante, seu cérebro a torna o mais perfeito dos seres. O tão cego amor, escolhe as pessoas e as deixa melhores. Faz uma garota se apaixonar pelo melhor amigo que considerou irmão a vida inteira. Faz um garoto gostar de uma garota tímida no fundo da sala. Faz uma moça cair nos braços de um “playboy”.
Em sua complexidade, o amor muda a essência das pessoas, o amor não julga.
No fim das contas, ele é justo, e todas as outras coisas românticas que se dizem sobre ele são verdadeiras. Mas com toda a certeza, o amor não é cego. O amor enxerga o que quer ver, e as pessoas são felizes mesmo assim. O amor é um gênio que manipula a mente humana, em todos os quesitos. Depois, desenvolve, através de alguém, uma felicidade que chamam maravilhosa, esplendorosa e magnífica. De cego, o amor não tem nada. Na minha opinião, ele enxerga muito além do que qualquer um de nós, reles mortais, é capaz de sequer sonhar.

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