A “gripezinha” mortal de um presidente “atleta”

Em dezembro de 2019, foram registrados os primeiros casos de Covid-19, doença causada pelo vírus Sars-Cov-2, na província de Wuhan, na China. A enfermidade supracitada acomete o sistema respiratório, causando pneumonia, e podendo levar à morte. Em 11 de março de 2020, a Organização Mundial da Saúde declarou pandemia e, emergentemente, os governos mundiais estão decretando situação de calamidade pública ao passo que ditam quarentena a suas populações.
O Brasil (lê-se governos estaduais e municipais), seguindo o restante do mundo, está, gradativamente, fechando comércios e fronteiras, e estabelecendo restrições de circulação. Com tais medidas, grupos de pessoas começaram a indagar sobre a real participação da China e seus parceiros, na disseminação, e talvez criação em laboratório, de tal vírus.
Afinal, de forma clara a China está se beneficiando disso tudo. Aparentemente, a situação se acalmou com tamanha velocidade por lá, e agora vão aproveitar que a economia dos demais países está quebrada e comprar ações por valores irrisórios, certo? Errado. O sistema de contenção adotado pelo país asiático levou o país a um colapso, com baixas históricas em diversos setores da economia, tornando injustificável qualquer uso do vírus como arma biológica, e, além disso, diversos laboratórios ao redor do globo, comprovaram que não houve alteração laboratorial na carga genética do parasita.
Na situação em que o planeta se encontra, notícias falsas, sejam elas quais forem, incluindo acusar de genocida uma das maiores vítimas dessa pandemia, são inadmissíveis, podendo causar crises diplomáticas e levar a população à desinformação; e esta, mata. Cada pessoa que desacredita da periculosidade do vírus é um possível vetor, e uma possível morte a mais para ser contabilizada.
Necessitamos combater, veementemente, a propagação de informações inverídicas, principalmente em momentos como esse, em que informações com viés ideólogo podem cravar milhões de mortos pela crença de que o novo corona vírus é algo banal, “uma gripezinha”, como disseram alguns políticos. Façamos a nossa parte no combate a essa crise na qual nos encontramos. Realize distanciamento social, faça a higiene adequada das mãos, e, se possível, fique em casa, para que dias melhores possam surgir no horizonte.

24/03/2020

[cov2019]

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